Sindicato dos Empregados em Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra, Trabalho Temporário, Leitura de Medidores e Entrega de Avisos do Estado de São Paulo.

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genival1Como se já não bastasse as crises que enfrentamos aqui no Brasil – como desemprego, economia em baixa e brigas políticas – temos outro problema gravíssimo na área da saúde, e que cada um de nós temos uma responsabilidade muito grande: o extermínio do mosquito aedes aegypti.

Como já sabemos, o mosquito originário da África está bem adaptado às zonas urbanas tropicais, no qual consegue reproduzir-se facilmente depositando os seus ovos em pequenas quantidades na água limpa e parada.

Ou seja, basta que cada um não deixe acumular água e está tudo resolvido, certo? Nem tanto.

O combate não é só questão de não deixar água parada. O nosso problema é muito maior, e passa principalmente pela falta de um saneamento básico eficaz para toda a população. Há décadas o Aedes é uma preocupação, porém nunca esteve no topo das prioridades de nossos governantes em acabar com ele. O Brasil não é um país pobre e nossa população merece um sistema de saneamento decente. Recentemente foi divulgado que pouco mais da metade dos brasileiros têm rede de coleta de esgoto.

Precisamos agir em várias frentes ao mesmo tempo, utilizando todas as armas necessárias para vencermos essa batalha. Seja em qualquer lugar, nos terrenos abandonados, com armadilhas artesanais feitas de garrafas plásticas, com repelentes, com bombardeios de inseticida e com o uso da engenharia genética, como utilizar um mosquito macho modificado para exterminar o próprio mosquito.

As doenças transmitidas por esse inseto – dengue, chikungunya e o zika – não causam alta mortalidade, porém trazem uma série de riscos à saúde humana, além de tirar por um tempo indeterminado o paciente infectado do seu convívio social, do seu posto de trabalho e de seus estudos.

Não dá para relaxar! O combate ao mosquito requer um grande esforço coletivo engajado em acabar de vez com o foco. Precisamos muita atenção, principalmente neste período de chuva que estamos, porque os criadouros dos mosquitos aumentam e os casos de doença ainda mais.

Assim como outras epidemias que o país sobreviveu, mais uma vez nós, a população brasileira, teremos que fazer e muito a nossa parte. O mosquito jamais será mais forte que todos nós juntos!

Genival Beserra Leite
Presidente do SINDEEPRES

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